O binômio : Comunicação / Educação A comunicação pode fazer tudo, já dizia o
Velho Guerreiro:
"Quem não se comunica, se trumbica", a frase que ainda hoje é lembrada por muitos, ficou famosa na boca de José Abelardo Barbosa de Medeiroa,
o Chacrinha.
O Chacrinha, que é considerado o primeiro comunicador do Brasil, influenciou várias gerações, durante quase 50 anos, trabalhando em rádio e televisão. A frase dele continua viva e, mesmo com todas as dificuldades atuais, o ser humano busca desesperadamente um meio de se comunicar e se expressar. Adolescentes e jovens sempre buscam uma comunicação própria, que varia de geração para geração.
É impossível educar sem comunicação, pois educação e comunicação são processos inseparáveis.

A diversidade existente na nossa sala de aula, reflexo da sociedade em que estamos inseridos, impõe a nós, professores uma busca permanente por estratégias e recursos que atendam à demanda de um público com traços culturais cada vez mais distintos.
É fundamental hoje planejar e flexibilizar, no currículo de cada curso, o tempo e as atividades de aprendizagem conectadas, à distância.
Paulo Freire vinculou a educação à comunicação onde introduz a perspectiva da sala de aula como espaço de troca, onde diferentes saberes interagem para
construir o conhecimento.
A escola com as redes eletrônicas se abre para o mundo, o aluno e o professor se expõe, divulgam seus projetos e pesquisas, são avaliados por terceiros, positiva e negativamente.
A comunicação eletrônica via Internet vem tornando cada vez mais difícil a delimitação entre o que, tradicionalmente, só era admitido na língua falada e o que era cobrado na língua escrita: existe uma mescla cada vez maior entre os gêneros textuais, além da proliferação de novos gêneros (correio eletrônico, fórum de discussão eletrônica, bate-papo virtual etc.).
A escola contribui para divulgar as melhores práticas, ajudando outras escolas a encontrar seus caminhos.
A escola sai do seu casulo, do seu mundinho e se torna uma instituição onde a comunidade pode aprender contínua e flexivelmente.

A forma de pensar onde o professor detinha o saber é superado por uma proposta que extrai do dia-a-dia do educando os conteúdos a serem trabalhados, assim educador e educando interagem na construção do conhecimento.